Maceió (AL), 14/04/19 –  O Nordeste entrou com o pé direito no Circuito TRIDAY Series, competição criada pela Unlimited Sports para impulsionar a modalidade. Neste domingo, dia 14, aconteceu a etapa de Maceió (AL), reunindo cerca de 400 competidores nas categorias Sprint e Olímpico, mais uma vez com sucesso, atraindo representantes de todo o país.  O evento, segundo da temporada, abriu o Campeonato Brasileiro de Sprint e Paratriathlon, valendo pontos para o ranking nacional e uma eventual convocação para os mundiais.  A próxima disputa será no dia 12 de maio, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro.

A capital alagoana teve uma estreia em grande estilo. Além do desafio das distâncias – Sprint (750m de natação, 20 km de ciclismo e 5 km de corrida) e Olímpico (1.5km/40km/10km),  o domingo apresentou uma grande variação climática. Na largada da natação, um belo nascer do Sol na Praia de Pajuçara foi o cenário, vindo depois chuva forte e, no fim, muito calor. Nesse condição, as disputas em  todas as categorias foram bastante animadas e acirradas, contando com a presença de triatletas de diferentes idades. 

Fotos de Fabio Falconi

“Foi uma estreia muito boa. A população de Maceió recebeu a Circuito TRIDAY Series muito bem, como já tinha feito no IRONMAN 70.3 do ano passado. Foi uma prévia do que deveremos ter na edição deste ano, em agosto”, destaca Carlos Galvão, CEO da Unlimited Sports.

Os atletas Marlúcio Ramos, com o tempo de 2h05min11seg,  e Ana Augusta Soares, com 2h23min25seg, obtiveram os melhores tempos na Olímpico. Já no Sprint, os destaques foram José Edson Vitorino de Sousa,  com 1h00min57seg,  e Elise Savi,  com 1h16min18seg. 

A condição de abertura do Brasileiro de Sprint e Paratriathlon motivou muitos competidores de todo o país, tornando a prova ainda mais acirrada na briga pelo topo do pódio. As demais etapas que comporão o Brasileiro são Rio de Janeiro (12/05), Florianópolis (18/08), USP (25/08) e Brasília (08/09).

Calendário do Circuito TRIDAY Series em 2019

1 – 24/3 – Riacho Grande (SP) – OK

2 – 14/4 – Maceió (AL) – OK

3 – 12/5 – Rio de Janeiro (RJ)

4 – 18/8 – Florianópolis (SC)

5 – 25/8 – USP (SP)

6 – 8/9 – Brasília (DF)

7 – 13/10 – Riacho Grande (SP)

8 – 24/11 – Belo Horizonte (MG)

O TRIDAY Series é uma realização da Unimited Sports, com patrocínio da Mizuno e Omint, apoio da Probiótica, Pedialyte Pro, Trek, Lindoya Verão, Care Club, Localiza e Verde Campo.

Mais informações no site oficial, www.tridayseries.com.br 

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Atleta e treinador da T4 Sports, no Rio de Janeiro, Tobias Teixeira está perto de encarar o UB515, o Brasil Ultra Triathlon, um dos maiores desafios de sua carreira de atleta amador. Nos dias 26, 27 e 28 de abril, Tobias vai nadar 10Km, pedalar 421Km e correr 84Km entre Ubatuba-SP e o Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. A prova vale pelo Campeonato Sulamericano de Ultradistância.

A jornada esportiva que colocou Tobias na rota do UB515 começou na adolescência, com a natação. Depois de uma parada de cerca de dois anos por conta da faculdade, Tobias mergulhou no triathlon.

“Sempre gostei de esportes, até que, entre 2003 e 2004, por influência de um amigo que já praticava triathlon, me encorajei, gostei e entrei de cabeça como atleta e técnico”, conta Tobia que terá a seu lado como staffs três amigos de triathlon: Luiz Mandarino, Emerson Betta e Leandro Lentine (foto de abertura).

O namoro com a ultradistância começou com a oportunidade de treinar Emerson Betta e ser seu staff em duas edições da prova.

“Foi uma grande experiência como técnico, por que vivi a complexidade para planejar seu treinamento. Eu já não estava mais competindo com tanta frequência nas provas mais curtas e com essa imersão nos últimos anos no mundo de ultradistâncias, comecei a ver a prova como uma meta possível. Aí veio o apoio na T4 Sports e a ideia amadureceu”.

Adepto dos treinos muito intensos, Tobias precisou se render às características da prova e mudar um pouco sua rotina de treinos. Algo que deixou de fazer mesmo em épocas em que o foco eram provas longas, como o ironman.

“Sempre treinei com bastante intensidade, mesmo para provas de Ironman. Sempre me adaptei bem com esse formato, mas para o UB515 tive que realmente equilibrar a intensidade dos treinos. Principalmente nos de corrida, uma vez que a corrida intensa gera um desgaste muito grande e também fugiria muito da especificidade da prova”.

Tobias só manteve a intensidade no ciclismo. Com seus 421Km, a modalidade é decisiva na prova, tanto para deixar o atleta bem posicionado no geral, quanto em condições de suportar as duas maratonas do último dia de competição.

“Optei em deixar os treinos mais intensos no ciclismo, onde tenho facilidade de suportar grandes cargas de treino, principalmente na fase de base (outubro, novembro e dezembro), intensifiquei muito os treinos para quando virasse o ano e viessem os treinos específicos, eu estivesse bem forte e potente”.

Como atleta e treinador experiente – contando as duas edições do UB515 – Tobias traçou sua própria estratégia de treinos para a prova. Ele confessa que não foi uma tarefa fácil, especialmente por que ainda que tocar sua vida profissional, que inclui a T4 Sports. Optou por focar no ciclismo e na corrida, que tiveram grande volume semanal.

Segundo Tobias, a dificuldade maior foi não ter livres todos os finais de semanas, geralmente os melhores dias para treinos longos. Ao mesmo tempo, trabalhar em alguns sábados e domingos fez com que não pudesse desperdiçar os dias de treino.

“Isso me ajudou muito a ir para a maioria dos treinos de fim de semana mais focado e com vontade de render e fazer o melhor. Mas éÉ uma engenharia complicada, mas alternei as semanas focando mais no ciclismo ou na corrida. Foco principalmente em números de treinos semanais. Em grande parte do meu treinamento dei bastante ênfase ao volume semanal do que de um treino muito longo por exemplo. Em janeiro, fevereiro e março eu fiz seis treinos de corrida entre 36 e 41km, metade deles com percurso bem duro e altimetria alta. Um dia fiz 55km divididos em três treinos. A frequência ficou entre três e cinco treinos semanais. No ciclismo fiz muitos treinos entre cinco e seis horas, muitos deles com grande altimetria. Tentei pelo menos a cada duas semanas fazer longos em dias seguidos, como sábado e domingo. Mas não fiz um muito longo, sendo o maior de 230km. A frequência semanal no ciclismo ficou entre quatro e sete treinos. A natação teve três sessões semanais e o volume só cresceu nos últimos dois meses”, revela Tobias.

O atleta conta que treinar nunca foi um problema para ele e diz que – por incrível que pareça – a maioria dos treinos para uma prova muito longa, por serem menos intensos, são mais confortáveis. Tobias acredita que o gosto pelos treinos fez com que a jornada não impactasse tanto em sua forma de enxergar o esporte e acredita que os três dias de competição vão se encarregar disso.

“A dificuldade ficou por conta dos treinos mais longos, em que o final sempre é difícil. E também, pelo alto volume, o cansaço acumulado acaba aumentando a sensação de dificuldade dos treinos para cumprir o planejamento. Mas eu sempre gostei muito de treinar e acho que o maior impacto da prova sobre minha forma de ver o esporte, passa mais pelo clima da prova e seus participantes em geral. Sobre como pessoas precisam e conseguem ultrapassar suas barreiras se quiserem conquistar algo”.

Mas não é só o lado atleta que muda em uma jornada longa e difícil como a do UB515. Tobias confessa que desde a primeira edição em que acompanhou Emerson Betta, como treinador e staff, o aprendizado tem sido grande. Um aprendizado baseado na experiência real e não na literatura científica.

“A literatura para ultradistâncias ainda tem volume muito baixo de publicações, portanto se torna um desafio maior ainda e cada experiência é muito diferente uma da outra. Já consegui identificar isso nas duas vezes como treinador e agora como atleta e treinador. Toda informação e experiência ajudam a lidar com planejamento, discussões e exemplo nos treinamentos de outros atletas”

Dar um passo além do ironman e chegar nas ultradistâncias não é algo que sobe a cabeça de Tobias, que não parece estar ansioso por estar perto de completar uma prova como as distâncias do Ultraman. Sobre o que vai sentir ao completar a prova e passar a ostentar o ‘status’ de ser um ultraman, Tobias é cauteloso, comportamento típico de quem respeita o esporte e a dureza da prova.

“O que representa ser finisher de uma prova como o UB515 é algo que só vou poder responder no dia 28 de abril!”, completa Tobias.

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Depois de duas tentativas em 2018, o empresário Ygor Fonseca, de 31 anos, do Rio de Janeiro, conseguiu na etapa recente do Rio Triathlon completar sua primeira prova na modalidade. Nas competições anteriores as condições do mar estavam adversas e as provas foram convertidas em duathlon.

Atleta da MCP Performance, Ygor segue firme em sua preparação para sua prova-alvo de 2019, o IM 70.3 Florianópolis, sua estreia na distância. Confira!

Como começou o seu envolvimento com o esporte?

Pratico esporte desde os cinco anos de idade. Fui jogador de futebol ao longo de toda a infância e adolescência, chegando a ser atleta profissional. Mas quis o destino que o caminho a ser seguido não fosse esse. Depois disso comecei a correr, uma prática que conhecia. Fazia distâncias de 4 a 6km em ritmo bem leve e fui me apaixonando pela corrida.

Como foi sua evolução nas distâncias e a ida para o triathlon?

Comecei com distâncias de 4 a 6km e às vezes me arriscava nos 10km. Um dia cheguei a 12km. Me senti o máximo. Até que minha esposa, Taís Gottardo, lá em 2014 me chamou para uma corrida num domingo. Descobri que eram os 21K da Meia Internacional do Rio e o meu objetivo era correr até onde aguentasse.

Completei a primeira corrida com gostinho e desejo de quero mais. Fui então participando de corridas de 5 a 15K, até que em 2016 a Taís me inscreveu na Maratona do Rio. Tinha meu primeiro grande desafio pela frente. Treinei, me preparei e decidi que iria até o final. E assim foi, primeira maratona concluída. No mesmo ano, fiz a Maratona do Porto, em Portugal.

Em 2017 busquei um treinador para melhorar meus tempos nos 5 e 10K. Consegui e o resultado foi ótimo. Além de melhorar nessas distâncias, melhorei nos 21K, que passaram a ser minha distância favorita

Em 2018 decidi voltar à maratona, me preparando para um sub3h. Escolhi Porto Alegre como prova alvo. Completei em 3:00:04. Faltou um pouquinho, mas meu sentimento de conquista foi grande e me senti realizado

Desde que comecei a focar nas corridas acho o triathlon fascinante e já havia decidido que um dia iria praticar.  Ainda em 2018, depois da maratona, decidi tratar de corretamente uma lesão no quadril. Sem pressa, mas sem ficar parado. Médico e fisioterapeuta disseram que eu poderia nadar e pedalar.

Comecei a praticar essas atividades e fui gostando cada vez mais. Até que fui liberado para correr e decidi adiantar o sonho de me preparar o Rio Triathlon, que seria em outubro

Escolhi a distância olímpica e me inscrevi. Queria uma prova de resistência e que não fosse muito explosiva como o sprint. Na primeira participação fiquei em segundo lugar na minha categoria. Isso virou a chave e decidi que o Triathlon era pra mim, era meu esporte. Então era hora de eu evoluir.

E como tem sido a rotina de treinos? Conciliar com trabalho, familia, etc

A rotina de um triatleta amador não é fácil. São muitos treinos, várias vezes em dois períodos e muita coisa a aprender sempre, principalmente no meu caso, um iniciante em duas modalidades. 

Eu tenho uma flexibilidade nos horários de trabalho que me favorece. Mesmo assim preciso estar sempre focado no trabalho. Faço homeoffice e isso ajuda muito a conciliar treino e trabalho

Minha família, minha esposa, é meu grande pilar. Ela é corredora e minha maior torcida. Me apoia em cada uma dessas escolhas e juntos sempre vamos ajudando um ao outro a alcançar nossas metas no esporte.

Como o esporte interfere no seu dia-a-dia? Humor, motivação, disciplina…

Como pratico esporte desde a infância, a disciplina sempre esteve presente. O futebol me ensinou muito sobre motivação e disciplina. Quando trouxe isso para a corrida e para o triathlon, encontrei minha melhor versão.

A disciplina que aplico na minha alimentação e nos treinos algumas vezes me afastam um pouco, socialmente, de alguns amigos e familiares. Isso às vezes é um preço alto, mas sempre me entendem e me apoiam.

Meu dia-a-dia é maravilhoso. Poder acordar cedo, bem disposto, ir treinar e ver o dia nascer, não tem preço. Traz uma alegria, uma satisfação que não tem como estragar o humor.

No final de semana, quando faço os treinos longos e várias vezes em grupo, fica melhor ainda. Encontrar todo mundo sempre com aquela energia positiva e contagiante faz o treino ir para outro nível

Tem algum sonho em relação ao triathlon? E o foco de momento?

Meu foco no momento é completar o IM 70.3 Florianópolis, em 28 de abril. Penso ainda em algum momento fazer meu primeiro full Ironman e quem sabe me classificar um dia para o Mundial de 70.3. Espero seguir praticando o triathlon por muitos e muitos anos

E como a MCP, sua equipe, se encaixa nesta jornada?

A MCP Performance tem sido um grande diferencial nessa preparação. Eu não nadava nem pedalava com foco no desempenho e o desafio era grande. Eu precisava aprender muita coisa e o nosso tempo de preparação seria curto devido à proximidade da prova.

A equipe topou o desafio e juntos traçamos um planejamento que seria puxado, mas que iria me deixar em ótimas condições de realizar esse sonho.

Ao longo da preparação tenho uma interação muito grande com meu treinador. Dessa forma, a troca de experiências e o feedback sobre treinos, recuperação e performance tem sido feito bem de perto. Cada dia me sinto mais preparado e confiante. E isso só foi possível graças ao trabalho da MCP e à minha vontade de conquistar mais um desafio.

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Deslocar-se de uma cidade a outra de avião com sua bike nem sempre é uma tarefa fácil. A logística para disputar uma prova de triathlon e manter um alto nível de desempenho exige planejamento. Mesmo assim os atletas estão sujeitos a alguns imprevistos. Na primeira etapa do Campeonato Estadual de Triathlon, disputada em 24 de março no Recreio dos Bandeirantes, no Rio, a triatleta brasiliense Nayara Luniére, de 30 anos, precisou de um garfo para não perder a prova.

Atleta da Santiago Ascenço, Nayara tem uma história de luta dentro do esporte e desde 2013 tenta vier exclusivamente do esporte. Tivemos a honra e o prazer de colaborar com a atleta, que se sagrou vice-campeã, na distância Standard. Ela nos contou um pouquinho de sua história.

“Pratico triathlon desde o final de 2013 e desde então venho tentando me manter como atleta profissional. Comecei minha carreira no atletismo, em 2004, como corredora de fundo. Já fui vice-campeã brasileira juvenil nos 5000 metros; três vezes medalhista sub23 nos 10.000 metros; e fiz diversas meia-maratonas com bom desempenho, sendo duas vezes convocada para a seleção brasileira.

Em 2010, surgiu uma lesão no calcanhar direito que me impediu de continuar com os treinos. Passei dois anos tratando, sem conseguir voltar. Foi quando resolvi nadar e depois migrar para o triathlon, em que o volume de corrida seria menor, e nele eu me encaixei.

No triathlon, em 2015, fui campeã panamericana de duathlon; em 2016, fui campeã brasileira de longa distância, vice-campeã brasileira de duathlon e terceira colocada no campeonato brasileiro. Mas 2017 e 2018 não foram anos bons para mim. Tive vários problemas pessoais, depressão e acabei não tendo bons resultados. Mas o foco agora é, em 2019, voltar a ser competitiva. Então comecei a treinar com o Santiago no final de 2018. Ele aceitou o desafio de me tornar competitiva novamente.

Minha rotina de treinos tem sido muito intensa. Treino todos os dias, de domingo a domingo, às vezes chegando a fazer até quatro ou cinco treinos em um dia. E é preciso conciliar com as aulas do curso de Educação Física.

Com o treinador Santiago Ascenço

O meu nível de condicionamento na primeira etapa do Rio Triathlon foi saindo da fase de base e entrando na especifica, então ainda temos muita coisa para lapidar. Não fiquei 100% satisfeita com meu rendimento nesta prova, por que pelos meus treinos tenho certeza de que poderia ter tido um rendimento melhor. Mas contando que estou saindo da base, que estou há quase dois anos sem conseguir treinar direito e retornando à forma física, acho que foi bom. Sem contar o estresse que tive no dia anterior para conseguir uma peça da bike para competir. Meu garfo quebrou no voo para o Rio e eu não sabia nem se conseguiria entrar na prova. Mas graças a Deus e a Foco3, consegui competir.

Meu objetivo para 2019 é voltar a ser competitiva. O foco agora é o IM 70.3 Florianópolis, onde vou tentar pegar a vaga para o Mundial de Nice. A médio e longo prazo é ser um dos nomes do triathlon de longa distância no Brasil e me manter no esporte por muito tempo, assim como meu treinador”.

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São Paulo (SP), 27/03/19 – Se depender do entusiasmo dos competidores, o IRONMAN 70.3 São Paulo, programado para o dia 10 de novembro, na  Cidade Universitária de São Paulo – USP, será um sucesso antes mesmo de sua estreia. Exatamente uma semana após a abertura das inscrições, a prova atingiu seu limite de atletas, com 1700 confirmações. Esse é o melhor exemplo da importância de uma etapa do Circuito IRONMAN 70.3 em uma das mais importantes cidades do mundo.

A disputa paulista contará com um expressivo número de triatletas que farão sua estreia na distância 70.3, ou seja 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida. Isso porque aproveitarão a chance de competir em casa – São Paulo é o maior centro do país na prática do triatlo -,  fortalecendo  ainda mais o esporte.

“Estamos muito contentes com essa receptividade. Atingir o limite técnico em tão pouco tempo e em sua estreia são fatos que comprovam a importância da capital paulista no cenário esportivo. Estamos ansiosos por essa estreia e vamos fazer uso de toda nossa experiência e profissionalismo para garantir uma experiência incrível aos inscritos”, destaca Carlos Galvão, CEO da Unlimited Sports, organizadora do prova

O IRONMAN 70.3 São Paulo oferecerá 30 vagas aos atletas para o IRONMAN 70.3 World Championship, programado para os dias 28 e 29 de novembro de 2020, em Taupõ, na Nova Zelândia. O IRONMAN 70.3 São Paulo será o quinto do gênero no país, ao lado de Florianópolis (SC), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ) e Fortaleza (CE).

A etapa paulista terá a parte da natação, com uma volta, na Raia Olímpica da Cidade Universitária de São Paulo. Em seguida, duas voltas em um circuito de bike na Marginal Pinheiros, e finalizando com três voltas de corrida dentro do campus da USP. O desafio, que tem o limite de 8 horas de duração, promete ser um evento emocionante para o público, que poderá acompanhá-lo gratuitamente.

Além de reunir competidores, o IRONMAN 70.3 São Paulo ainda contribuirá com a economia da cidade. São esperados cerca de oito mil pessoas durante os cinco dias do evento, o que deve gerar cerca de 19,2 milhões em movimentação econômica. Rede hoteleira, de restaurantes, lojas e shoppings serão beneficiados com os visitantes, confirmando a força do evento e do esporte de alto nível.

Programação

Local – Universidade de São Paulo (USP) – Portão 1: Praça Prof. Reynaldo Porchat, S/N – Butantã

CEPEUSP – Centro de Praticas Esportivas da Universidade de São Paulo

7 de novembro – USP

14h – 19h – EXPO IRONMAN®  – Cepeusp

14h – 18h  – Entrega de kits   – Expo (Cepeusp)

8 de novembro – USP

9h – 19h – EXPO IRONMAN® – Cepeusp

9h – 18h – Entrega de kits       expo (Cepeusp)

10h – Congresso Técnico online*

português / inglês Youtube – Unlimited Sports Brasil

16h – 17h – Plantão de dúvidas sobre o Congresso Técnico com os diretores de prova – Stand do SAC (Expo)

*Assistir ao Congresso Técnico no canal da Unlimited Sports no Youtube é obrigatório.

9 de novembro – USP

9h – 19h –  EXPO IRONMAN® – Cepeusp

9h – 12h –  Entrega de kits EXPO(Cepeusp)

10h – 11h – Plantão de dúvidas sobre o Congresso Técnico com os diretores de prova Stand do SAC (EXPO)

14h – 19h – Bike Check-in

14h – 15h – números 1301 – 1650

15h01 – 16h – números 1001 – 1300

16h01 – 17h – números 0701 – 1000

17h01 – 18h – números 0401 – 0700

18h01 – 19h – números 0001 – 0400 – Transição (pista de atletismo)

10 de novembro – USP

8h – 20h – EXPO IRONMAN®  – Cepeusp

5h -6h25  – Acesso dos atletas à área de transição (pista de atletismo)

6h45 – 7h20 – Largada faixa etária em ondas

6h45 – M 35-39 / M 50-54

6h52 – M 18-24 / m 40-44 ao 458) / m 55+

6h59 – M 30-34 (a-j) / M 45-49 (a-j)

7h06 – M 25-29 / M 35-39

7h13 – M 30-34 /  M 40-44 / M 45-49

7h20 – todas as mulheres – Raia Olímpica

12h – Premiação – top 3 – chegada (pista de atletismo)

13h – 16h – Bike Check-out – transição (pista de atletismo)

13h – 16h – Achados e perdidos – transição (pista de atletismo)

19h – Premiação faixa etária – pista de atletismo

20h – Distribuição de vagas IRONMAN 70.3 world Championship 2020 – pista de atletismo

** programação sujeita à alteração até a exibição do congresso técnico online.

Calendário IRONMAN 70.3  2019

28/04 – IRONMAN 70.3 Florianópolis

09/06 – IRONMAN 70.3 Fortaleza

04/08 – IRONMAN 70.3 Maceió

22/09 – IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro

10/11 – IRONMAN 70.3 São Paulo

O IRONMAN 70.3 São Paulo é organizado pela Unlimited Sports e tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo.

Mais informações no site oficial: www.ironmanbrasil.com.br 

Gustavo Solano, de 39 anos, é cirurgião vascular. Cuida da saúde das pessoas e como médico tem uma vida corrida e com horários nem sempre bem definidos. Em 2015, achou que estava acima do peso e resolveu começar a correr, por conta da facilidade e da autonomia da corrida.

“Sempre pratiquei algum esporte, desde o basquete no colégio, em clubes e na faculdade, até o futebol com amigos. Nunca fui fã de frequentar academias, então resolvi correr, por ser mais fácil e não depender de ninguém”, conta Solano, que contou com o apoio da esposa Camila e do amigo André Borges, profissional de Educação Física.

Meia maratona de Santiago

Do início, com corridas de 5K, foi um pulo para distâncias um pouco maiores. Passou pelos 10, 12 até chegar às meias e à Maratona do Rio, em 2018, prova que completou em menos de 4 horas já como atleta da CE+3, assessoria esportiva de Niterói.

“Comecei nos 5K, mas algum tempo depois já buscava algo mais do que correr por apenas 20 minutos numa prova de domingo no Aterro do Flamengo. Evoluí para uma corrida de 10 Km e outra de 12 e então passei a me inscrever nas meia-maratonas. Corri em Buenos Aires, Rio de Janeiro e Santiago até decidir encarar os 42 km da Maratona do Rio”.

A ideia de correr uma maratona surgiu em 2017 e logo o médico procurou a CE+3, do treinador Carlos Eugênio Ferraro. O objetivo, claro, era se preparar corretamente para a prova. Mas Gustavo Solano já estava de olho em um desafio ainda maior: o triathlon.

“A assessoria é essencial não apenas para manter a motivação, mas para nos preparar física e mentalmente para as provas. Com a CE+3 treinamos com atletas muito fortes, campeões em suas categorias em todos os tipos de provas, da corrida ao triathlon e, principalmente, sob a supervisão do melhor técnico do Brasil, com resultados e histórias que nos motivam a cada dia. O contato com o grupo é tão bom que nos consideramos em família”, afirma o atleta.

Maratona do Rio

Por enquanto, o triathlon é um sonho e uma meta, mas o médico já avançou um pouco mais em direção a ele. Recentemente competiu na primeira etapa do Campeonato Estadual de Duathlon, na Enseada de Botafogo. E quando a natação estiver pronta…

“Como já disse, penso em iniciar no triathlon assim que me sentir apto na natação. Por enquanto tento manter a meta de uma maratona por ano, intercalando com meias-maratonas e as etapas do estadual de duathlon”.

Nem sempre é fácil, mas até que Gustavo Solano tem conseguido conciliar a profissão, a família e os treinos. O que o faz pensar seriamente em envelhecer praticando o esporte.

“O dia-a-dia é bastante corrido, com consultórios, cirurgias e viagens. Não pode faltar atenção e ajuda em casa, mas o fato de minha esposa também praticar o esporte me ajuda bastante. Meus filhos estão crescendo vendo os pais preocupados com a saúde e isso é muito importante. Tentamos acordar mais cedo para fazer o dia render mais”.

Mas não é só o exemplo para os filhos que Gustavo e sua esposa tem na prática esportiva. O custo-benefício de acordar para treinar e reservar um tempo de qualidade para os treinos se reflete nas 24 horas do dia do médico.

“Manter a prática do esporte me ajuda muito no meu dia-a-dia. Ao terminar um treino pela manhã, o dia parece que rende mais. A sensação sentida após o exercício e o contato com os amigos da equipe é indescritível e essencial para que possamos encarar os desafios da profissão e resolver outros problemas. Além disso, há o planejamento, a disciplina e a organização, indispensáveis no esporte, mas tudo fica mais fácil quando temos um objetivo. Treinar para uma prova específica te faz manter o foco. E eu tento manter isso na minha profissão e para conciliar as duas coisas”, completa o médico.

Riacho Grande (SP), 24/03/19 – A temporada 2019 do Circuito TRIDAY Series começou a todo vapor. Neste domingo, com limite técnico alcançado de 550 inscritos, aconteceu a etapa de abertura do ano no Riacho Grande, distrito de São Bernardo do Campo, no ABCD paulista. Atletas de diferentes idades, experientes e novatos, deram um show de garra e vibração, proporcionando boas disputas nas duas distâncias – Sprint e Olímpico. Foi um começo de circuito especial, que deverá ser repetir nas outras sete provas programadas. A segunda será no dia 14 de abril, com a estreia em  Maceió (AL).

Na Olímpico – 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida – o masculino teve a vitória de José Belarmino, que ganhou o duelo com seu companheiro de equipe Rodrigo Lobo. O vencedor completou a prova em 2h01min02seg, 35 segundos mais rápido que  Lobo. 2h01min37seg. Guilherme  Coutinho foi o terceiro lugar, com o tempo de 2h05min37seg.

Já no feminino, a primeira colocação ficou com Mireia Masip, em 2h25min25seg, com  boa vantagem para a segunda colocada, Paloma Pirani, que completou em 2h28min57seg, enquanto Thelma Amélio ficou em terceiro, com 2h31min18seg. 

Na briga da categoria Sprint – 750 m de natação, 20 km de ciclismo e 5 km de corrida – o melhor desempenho  entre os homens foi de Paulo José Pulcinnelli, que venceu com a marca de 1h06min32seg. O vice foi de Roberto Nitirini, 1h07min05seg, enquanto  André Yamamoto foi o terceiro, 1h07min54seg. Na disputa das garotas, o topo do pódio foi de Flávia Bekini, 1h16min44seg, seguida por Patrícia  Busto, 1h17min19seg e Carla Di Pierro, 1h18min32seg.

Vice-campeão neste domingo e um dos destaques do evento, Rodrigo Lobo não poupou elogios à etapa de abertura. “Foi ótimo. Não tem nem o que falar, Tudo perfeito e em um clima muito legal. A melhor forma de começar o ano. A organização, mais uma vez, está de parabéns”, destacou o melhor atleta do circuito em 2018 na categoria 35/39 anos.

Resultados da primeira etapa – Riacho Grande

Olímpico

Masculino

1) José Belarmino, 2h01min02seg

2) Rodrigo Lobo, 2h01min37seg

3) Guilherme  Coutinho, 2h05min37seg

Feminino

1) Mireia Masip, 2h25min25seg

2) Paloma Pirani, 2h28min57seg

3) Thelma Amélio, 2h31min18seg 

Sprint

Masculino

1) Paulo José Pulcinnelli, 1h06min32seg

2) Roberto Nitirini, 1h07min05seg

3) André Yamamoto, 1h07min54seg

Feminino

1) Flávia Bekini, 1h16min44seg

2) Patrícia  Busto, 1h17min19seg

3) Carla Di Pierro, 1h18min32seg

O calendário do Circuito TRIDAY Series em 2019 é o seguinte:

1 – 24/3 – Riacho Grande (SP) – OK

2 – 14/4 – Maceió (AL)

3 – 12/5 – Rio de Janeiro (RJ)

4 – 18/8 – Florianópolis (SC)

5 – 25/8 – USP (SP)

6 – 8/9 – Brasília (DF)

7 – 13/10 – Riacho Grande (SP)

8 – 24/11 – Belo Horizonte (MG)

O TRIDAY Series é uma realização da Unimited Sports, com patrocínio da Mizuno e Omint, apoio da Probiótica, Pedialyte Pro, Trek, Lindoya Verão, Care Club, Localiza e Verde Campo.

Mais informações no site oficial, www.tridayseries.com.br 

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